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MARÉ ALTA

porque a liberdade está a passar por aqui

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E-fatura em nome próprio

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Hoje é o último dia para validar o nosso consumismo de 2017.

Farto-me de reclamar que o Estado não fiscaliza e para esta ocasião ou para este efeito “aí não fiscalizamos? Então fiscaliza tu para veres como é… “.

Se bem o disse melhor o fez, é passamos a ser fiscais de nós próprios.

Se queres deduzir, tens de inserir o NIF. Se não validarmos, nem sei o que possa acontecer. Mas se me enganar é carregar o botão errado, aparece logo o aviso: “aí não, sr. João. No botão ao lado por favor… “.

O problema é que em Fevereiro de 2018 já não me lembro do que comprei em Fevereiro de 2017 e o nome fiscal da loja não ajuda nada. Faz-se uma fiscalização amadora e a despachar que a nossa vida não é fiscalizar. Quero lá saber se é cabeleireiro, oficina ou lar. Na dúvida carrego em ‘outros’ e prontos.

Fiscal amador, desleixado e apressado. Mas não me inscrevi para a função…

 

No mês passado estive na Áustria, em trabalho. De véspera, o departamento de contabilidade deu o aviso “não te esqueças de meter o contribuinte nas faturas”.

Depois de lá estar, tirando faturas normais, entre empresas, onde constam todos os dados das duas partes, não há como meter nif’s.

Onde há fatura simplificada, se pedirmos para meter o NIF, até fazem cara estranha como quem diz um disparate enorme.

Acabam a conversa a dizer que nem sequer há forma de o fazer.

Vejam bem, um país onde a Uber é proibida, não existe, pelo menos de forma legal, airbnb, os cidadãos não fiscalizamos o consumo que fazem…

 

Onde já se viu, confiarem no sistema. Ou talvez o Estado fiscaliza convenientemente em vez de delegar.

 

 

 

 

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